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Como ensinar os exercícios para melhorar o rendimento dos alunos

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Assim que uma pessoa resolve começar uma atividade física ela tem um objetivo em mente ou pelo menos uma motivação por trás de tudo. Para chegar até sua aula essa pessoa pensou no que quer, em qual exercício deveria fazer para conseguir isso, onde e como fazer. Foram vários fatores usados para encontrar a aula perfeita para seus objetivos.

Entenda que a motivação e satisfação do aluno são importantíssimas para garantir que ele aproveite bem sua aula. E existe algo ainda mais importante para que ele consiga tudo o que quer, desde a reabilitação de uma patologia até emagrecimento ou melhoria no estilo de vida: a explicação do exercício.

Se você errar na hora de explicar algo para um paciente, ele provavelmente vai errar o movimento. Errar uma vez não é problema, na verdade é perfeitamente normal. Mas e se o aluno simplesmente não consegue entender o que fazer e continua errando? Então sua explicação pode ser o verdadeiro erro.

Quando alguém é incapaz de fazer os exercícios que passamos em aula a frustração aparece, e estando frustrado é provável que seu aluno comece a perder a motivação. Se ele deixar de ficar motivado pode parar de aparecer nas aulas e perder a frequência, um dos pontos para uma aula perfeita.

Sei que você não quer alunos que precisam se forçar para aparecer na sua aula e ficam olhando o relógio o tempo todo. Nossa intenção é sempre trazer a maior quantidade de benefícios possível para o aluno, e explicar bem os exercícios é parte disso.

Quer entender mais um pouco? Então continue lendo esse texto, fiz um guia sobre como dar uma boa explicação para seu aluno. Caso você tenha problemas com explicações, vale muito a pena considerar essas dicas.

A importância de uma boa explicação

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Como profissional do movimento você provavelmente tem uma intenção: promover a qualidade de vida de seus alunos através do movimento. E para isso você também precisa transmitir conhecimento.

Tudo o que seu aluno aprender em sua aula será benéfico. Então na hora de ensinar, a ideia é dar tudo de si. Além de ser uma maneira de manter essa pessoa motiva, esse também é o único jeito de conseguir atingir os objetivos daquele tratamento, aula ou processo.

Imaginemos que você está explicando como fazer um exercício para aquele aluno meio devagar, que demora a entender as coisas. Sua explicação ficou pouco clara, ele não entendeu direito, mas fez mesmo assim. O que pode acontecer?

Primeiramente, ele provavelmente vai utilizar as musculaturas erradas no processo. Quando você fala algo, por exemplo, uma abdominal, ele imagina um gesto e não as musculaturas utilizadas. Ou seja, a eficiência daquele movimento cairá bastante.

Saiba fazer os exercícios

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Você dá aulas de Treinamento Funcional para alunos que querem perder peso, entrar em forma e melhorar o rendimento nos esportes. Eles não são especialistas no assunto, portanto não tem como esperar que saibam todos os exercícios. E você, por acaso sabe fazer tudo que ensina?

Isso é algo essencial para garantir sua aula tem qualidade: saber todos os exercícios. Há quem não treine a própria modalidade, profissionais desse tipo provavelmente terão maior dificuldade para ensinar o movimento.

Através da prática é possível entender melhor quais musculaturas são ativadas em que ordem. Assim você consegue falar para o aluno o que deve ser ativado, quando, com qual intensidade e quais os prováveis erros que ele pode cometer.

Sabe aquele exercício que você tem dificuldade extrema para ensinar para os alunos? Praticar ele pode te ajudar. Quando estamos fazendo um movimento conseguimos perceber melhor quais são as musculaturas utilizadas, qual parte é mais difícil e até atalhos para acertar.

Se você ainda não pratica aquilo que ensina, comece hoje mesmo. E se estiver com dúvidas para explicar algum exercício, tente pratica-lo um pouco para ver se existe alguma alternativa na qual você ainda não tinha pensado.

Claro que as sensações durante um exercício não são iguais para todo mundo. Assim como o corpo de cada um reage de maneira diferente para cada situação, os movimentos nos afetam de maneiras diferentes. O que você acha mais fácil pode ser complicado para um de seus alunos.

Portanto, suas percepções sensoriais são insuficientes para garantir que a explicação em aula seja completa. Porém elas são importantes e ajudam a te orientar, não deixe de leva-las em consideração.

Habilidade motora

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Para conseguir um movimento de qualidade, nossos alunos precisam de uma habilidade muito especial: a habilidade motora.

Quem possui essa habilidade é capaz de executar uma tarefa com a máxima certeza e usando o mínimo necessário de energia. Pessoa com essa habilidade desenvolvida têm movimentos mais certeiros e com menor desperdício.

E se meu aluno não tiver a habilidade motora bem desenvolvida?

A principal característica de quem ainda não desenvolveu muito a habilidade motora é o gasto excessivo de energia. Essa pessoa provavelmente gasta muito mais do que precisaria para qualquer movimento. Para melhorar o aluno precisa de conhecimento pleno do movimento.

E por que precisamos economizar a energia gasta durante um exercício? A resposta é simples, quanto menor for o gasto energético naquele movimento mais energia sobra para conseguir faze-lo com excelência.

Tipos de habilidades envolvidas

A habilidade motora é composta por três habilidades distintas. A pessoa pode ter uma ou mais delas desenvolvidas e estar com deficiências nas outras, ou dominar todas e se mover de maneira excelente. Elas são:

  • Habilidade discreta: constitui uma ação breve com início e fim bem definidos. Fazer uma remada ou puxar um elástico são bons exemplos.
  • Habilidade seriada: nessa habilidade a pessoa já consegue fazer ações mais complexas que envolvem um número maior de movimentos, por exemplo subir na Chair.
  • Habilidade cíclica: essa é ainda mais complexa, podemos citar exemplos como pular corda ou fazer arm circles.

Todas essas habilidades precisam ser refinadas, caso contrário seu aluno apresentará dificuldades mesmo em exercícios razoavelmente simples.

Como elas são diferentes não adianta querer usar uma fórmula para todas. Existem atividades e exercícios diferentes para desenvolve-las, então use-os.

Fases do exercício

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Você está na aula com um aluno e fala para ele fazer agachamentos. O aluno fica na posição e realizar o exercício perfeitamente. Parece que tudo é uma tarefa, de início ao fim, mas na verdade a pessoa passou por duas fases antes de realizar o agachamento.

Existem duas fases pelas quais as pessoas passam para fazer um movimento. A primeira delas é a tomada de decisão. Ela começa na hora que você fala para a pessoa o que ela vai fazer e explica de qual maneira fazer. O comando entra na cabeça do aluno e ele decide o que deve realizar de acordo com suas instruções.

Por exemplo, se eu chegar para um aluno e falar que ele agora vai fazer um exercício de bíceps ele certamente já imaginou o movimento na cabeça dele antes de começar e decidiu qual é a melhor maneira de fazer.

A fase seguinte é a de realização do movimento. Nessa hora o aluno já imaginou o que vai realizar, fez o movimento e terminou. Há quem deixe para intervir e corrigir problemas nessa fase, porém eu não recomendo.

Interromper a fase de realização para corrigir o exercício atrapalha o ritmo do aluno e também não é tão eficiente. O ideal é corrigir ainda na primeira fase, durante a sua explicação.

Mas o aluno ainda não fez o exercício, como vou corrigir, Keyner?

Você fez uma avaliação com ele, certo? Já sabe quais são suas disfunções, musculaturas com compensação e partes que costumam ficar mais tensionadas. Conforme começar a conhecer o aluno você também começa a entender seus erros mais comuns.

Na primeira aula você não vai saber exatamente o que corrigir nessa primeira fase, mas logo darei uma dica para isso.

Dica para as primeira aulas

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Assim que o aluno começa a ter aulas com você não existe proximidade alguma. Muitos professores encontram problemas para se conectar com a pessoa no início, fique calmo que isso é normal.

Costumo aplicar essa dica em minhas aulas e em geral funciona bem. Nas primeiras aulas da pessoas procuro deixar que ele se movimente sozinho evitando corrigir. Dessa maneira ele consegue se soltar e ficar mais confortável antes de começar com as correções.

Esse procedimento também complementa sua avaliação. Já que essa pessoa está se movendo sozinha ela apresenta alguns vícios e erros de movimento, preste muita atenção neles porque certamente aparecerão em aulas seguintes.

Conhecendo quais são os erros mais comuns, você consegue corrigir na fase inicial do movimento como comentei anteriormente.

Estágios de aprendizado do movimento

Ao aprenderem exercícios e movimentos todos passam por três fases.

Cognitiva

Quem está na fase cognitiva ainda não sabe fazer o movimento. Sabe aquele seu aluno que é muito confuso? Quando você pede para virar para a esquerda ele vira para a direita, você pede para estender o joelho, ele estende o braço e muitos outros problemas. Há grandes probabilidades que essa pessoa está no estágio cognitivo.

Ele com certeza sabe que seu movimento está errado, mas como não tem consciência corporal ou entendimento do movimento fica perdido e não consegue consertar.

Associativa

Depois de muito treino aquele aluno que estava no estágio cognitivo passou para o estágio associativo. Pronto, agora ele sabe fazer o movimento e não vai ficar fazendo confusões o tempo todo. Mesmo assim é importante ter muita atenção nessa fase.

Como o aluno já consegue fazer o exercício ele parou de fazer tantos erros, mas quando começar a cansar certamente vai errar o movimento. Se deixarmos de corrigir esses problemas no estágio associativo isso vai se tornar um vício.

Depois de algum tempo com aquele vício seu aluno corre um risco alto de lesão.

Autônomo

Depois de passar pelo estágio associativo o movimento do seu aluno começa a ficar automático. Chamamos isso de estágio autônomo.

Por ter muito amis facilidade para se mover, a pessoa deixa de prestar atenção enquanto faz o exercício. Se ele errar quando estiver mais cansado não vai perceber e continuará fazendo o movimento de maneira errada, portanto também precisamos ficar atentos nessa fase.

Os vícios criados durante o estágio associativo também podem estar presentes no estágio autônomo e devem ser corrigidos antes de gerarem maiores problemas.

Como evitar que o aluno aprenda o movimento errado?

Às vezes o aluno desenvolveu uma confusão habitual na hora de realizar certo movimento e nós não fazemos ideia o porquê.

Uma possibilidade plausível é ele ter entendido errado nossa explicação. Tome muito cuidado na hora de ensinar e tente garantir que a mente do aluno não registrou o movimento de maneira incorreta.

Outra dica é repetir várias vezes o exercício até que ele esteja perfeito. Se as primeiras repetições estavam incorretas, mesmo que só um pouquinho, repita outra vez apontando os erros até que a pessoa pegue corretamente.

O que fazer para cada tipo de aluno

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Alguns alunos são perfeitos, eles prestam atenção nas explicações, se esforçam para fazer tudo direitinho, fazem o que deixamos de dever de casa. Infelizmente nem todo mundo é assim e precisamos aprender a lidar com a diferença. Separei alguns tipos de alunos que às vezes podem “atrapalhar” a própria aula e como resolver isso.

O apressado

Sabe aquela pessoa que quer terminar logo e faz tudo correndo? Ele é o típico apressado.

Primeiramente, você precisa fazê-lo entender que não importa se ele terminar todos os exercícios em 5 minutos, a aula vai continuar pelo tempo que precisa.

Se mesmo assim ele continuar a correr para completar os exercícios coloque uma regra na aula:  sempre que ele terminar antes do tempo você passa mais atividades para ele.

A intenção é que seu aluno realize um movimento de qualidade, não rápido. Então esse trabalho de conscientização é importante para o sucesso do trabalho.

O entediado

Muita gente me manda pedidos de exercícios diferentes para a patologia X ou Y. Geralmente a causa são esses alunos que querem aulas mais dinâmicas e diferentes. Isso faz com que o instrutor tenha medo de deixar a pessoa entediada e queira variar mais nas atividades.

Mesmo que exercícios variados seja benéfico em certas situações, não podemos querer passar de exercício para exercício rapidamente. Antes de mudar a sequência de seu aluno ele precisa realizar ela com perfeição.

O que importa nas aulas são exercícios eficientes e não diferentes. Ao praticar um movimento diversas vezes você consegue corrigir os erros e vícios do aluno. E quando ele pratica um movimento poucos vezes o oposto ocorre, ele passa para o próximo exercício sem ter realmente corrigido os problemas do primeiro.

Estratégias para ensinar o movimento

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Alunos são diferentes em mentalidade, corpos e tipos de aprendizado. Para ensinar os exercícios da melhor maneira possível posso adotar diferentes estratégias. Dessa maneira tento fazer com que a possibilidade de erro na hora de realmente executar o exercício seja mínima e também fazer com que ele entenda melhor.

Mentalização do movimento

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Se você é daquele tipo de instrutor que fala o que o aluno deve fazer enquanto demonstra e já o coloca para trabalhar essa dica é para te fazer repensar. Antes de ver o movimento em ação e se mover, gosto de pedir para que meu aluno mentalize o que vai fazer.

Peça para a pessoa ficar na posição inicial com os olhos bem fechados. Não vale espiar para ver o que o professor está fazendo! Então comece a explicar detalhadamente o exercício. Diga qual músculo ele deve sentir ativado, qual deve estar relaxado, o que deve entrar em ação primeiro e etc.

Só depois que ele mentalizar todo o movimento você mostra para ele como é e faz ele suar a camisa. Esse processo de mentalização ajuda a isolar um pouco a musculatura que o aluno deve trabalhar e geralmente evita que ele erre muito durante a prática.

O estágio cognitivo em especial precisa de instruções como essas (os outros estágios também precisam, mesmo com exercícios já conhecidos) porque o aluno ainda não consegue relacionar um movimento com a musculatura.

DICA! Use o toque para ajudar a mentalização do aluno. Muitas vezes é difícil identificar a musculatura só pelo nome, então se você tocar para mostrar que é aquela parte que está trabalhando a pessoa entende muito melhor.

Corrigindo erros durante a mentalização

Outra grande vantagem de mentalizar os movimentos é a possibilidade de corrigir problemas antes mesmo de a pessoa começar a praticar. Você provavelmente já sabe quais são os erros mais comuns de cada aluno. Então quando estiver descrevendo o movimento na fase de mentalização faça isso de uma maneira que corrija esse problema.

Imaginem uma aluna que geralmente deixa os ombros muito tensos, colados na orelha. Não vou deixar ela começar a fazer o exercício para dizer “relaxa os ombros”. Na verdade, começo explicando o exercício com “com os ombros relaxados você estica o braço”.

Passando a fórmula para o aluno corrigir o defeito durante a explicação, ele mentalizou o movimento da maneira correta e provavelmente não vai errar ou vai errar bem menos.

Fracionar o movimento

Você tentou a mentalização, mas o aluno continua confuso e errando. O que pode fazer agora? Minha recomendação é fracionar o exercício. E existem várias maneiras de fazer isso.

No jeito mais conhecido você pega um exercício, por exemplo push ups, e fraciona em fases que vão em ordem, preparando para o início, depois o meio e o fim do movimento.

Mas em alguns movimentos talvez seja mais fácil e fazer o inverso, começar a preparação por final. Quer um exemplo? Peça para aquele aluno com dificuldade de fazer roll up começando da posição final. Assim ele vai se preparar para fazer o roll up completo começando da posição deitada, que um pouquinho mais difícil.

Fazer exercícios que possam preparar para o movimento

erros nos exercícios

Outra estratégia é preparar o corpo do aluno ou paciente para o exercício, isso ajuda especialmente em atividades mais complexas que exigem um número maior concentração. Primeiramente você precisa entender esse exercício e quais músculos são utilizados.

Vamos para um exemplo prático. Você quer que um aluno faça push ups(flexão de braço), mas sabe que ele tem dificuldade. Esse exercício utiliza força no Core e braços assim como mobilidade de punhos e força de glúteo.

Então você passa 20 segundos de prancha para essa pessoa, fazendo com que ele ative o Core antes de começar a flexão completa. Depois passa mais 20 segundos de uma forma mais fácil do push up, um trabalho de mobilidade de punho e de força de glúteo.

Depois desses exercícios preparatórios pode deixar seu aluno fazer os push ups e conferir como ele se sai. Posso apostar que a performance dele melhorou bastante graças à preparação.

Tipos de aprendizagem

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Sabia que até os tipos de aprendizado de cada um são diferentes?

Quando estávamos na escola tinha sempre aquele colega que preferia muito ouvir o professor explicando a matéria a ler o livro didático. Também tinha quem preferia fazer exercícios e escrever até a exaustão para decorar e quem gostava mais de ler e ver esquemas visuais. Isso tem tudo a ver com os tipos de aprendizagem.

As pessoas podem preferir aprender de uma dessas três maneiras: através da visão, áudio e sinestesia.

Te garanto que você deve ter pelo menos um aluno ou paciente desses três tipos. Por isso, se você contemplar somente um dos tipos em sua aula os outros terão muito mais dificuldade para entender e participar das atividades.

Use os três tipos de explicações para os alunos. Sim, você vai repetir a explicação de três maneiras diferentes, mas isso só te ajuda porque faz com que eles errem menos, entendam melhor e fiquem muito mais motivados.

Explicação visual

Pessoas do tipo visual preferem ver você em ação. Eles vão entender muito mais se você demonstrar o exercício na frente deles (lembra da importância de praticar aquilo que ensina? Olha outra vantagem aí).

Você pode começar sua explicação demonstrando o exercício sem explicar nada, dessa maneira seus alunos visuais serão contemplados.

Explicação

Depois de demonstrar, chegou a hora de contemplar seus alunos mais auditivos. Para fazer isso basta fazer o movimento outra vez, mas agora também explique os passos para realizar o exercício.

Explicação sinestésica

Os alunos sinestésicos se dão melhor quando conseguem colocar o corpo no aprendizado. Então eles não compreendem completamente quando veem a demonstração ou quando ouvem as instruções. Eles precisam saber como seu corpo vai se sentir.

Nessa hora você deve demonstrar o exercício e explicar em voz alta, durante a explicação adicione palavras e elementos cinestésicos. Descrições de como cada parte do corpo deve se sentir, quais músculos serão trabalhados e outras informações.

Conclusão

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Uma boa explicação ajuda seu aluno a realizar os exercícios em aula da maneira mais eficiente possível. Lembre-se que cada um possui um estilo de aprendizagem diferente e também podem se desenvolver de maneira diferenciada.

Para garantir que seus alunos estão compreendendo bem suas aulas fique atento à abordagem. Aquele jeito de explicar não funcionou? Troque a abordagem, explique de outra maneira até descobrir o que é mais eficiente com essa pessoa.

Essas dicas são recomendações, não regras fixas. Como sempre digo, as pessoas são diferentes e devem ser tratadas de acordo com suas individualidades. Minhas dicas são só um guia para te ajudar a fazer as melhores escolhas com seus pacientes.

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